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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Dimensão Social do Futebol



Copa 2 de Julho

Criado em 2007, o Programa Dimensão Social do Futebol integra ações que buscam promover a inclusão social e a geração de emprego e renda, utilizando o futebol como ferramenta. Para atender a esse propósito, o programa engloba desde a realização de copas de futebol e futsal em todo o estado, à promoção de cursos de atualização para árbitros e técnicos de futebol.

Todos os anos, as copas costumam atrair centenas de jovens em busca de uma oportunidade na área. Para muitos, essa é a chance de conseguir o primeiro emprego em clubes profissionais. Para as cidades envolvidas, as copas permitem maior integração entre os municípios, além de gerar renda para os moradores, visto que movimentam a economia local.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Claire Williams admite ter se sentido mal por "tirar" Massa da aposentadoria


Chefe da equipe revela mal estar com ligação em que pediu para piloto voltar à F1, mas ressalta: "Eu nunca vi alguém tão ansioso e feliz, e isso foi um grande alívio para nós"


Quando surgiram os primeiros rumores que Felipe Massa negociava sua volta à F1 depois de uma breve aposentadoria, pouca gente acreditou na veracidade da história. Principalmente depois das diversas homenagens que o piloto recebeu no GP do Brasil e na última etapa da temporada, em Abu Dhabi. Mas o que antes parecia difícil de acontecer, se tornou realidade, com o brasileiro de volta às pistas por mais uma temporada pela Williams. Com o acordo fechado, os detalhes da negociação começam a surgir. Além de ontem ter sido revelado que a Mercedes contribuiu financeiramente para a volta de Massa, hoje Claire Williams falou dos bastidores da fatídica ligação que tirou o paulista do descanso. De acordo com a chefe do time de Grove, o chamado aconteceu dias depois de Felipe ter estado na fábrica da equipe para a festa de Natal.

Giovani dos Santos surpreende, quebra jejum e vence a Corrida de Reis

Atletas brasileiros não venciam a prova desde 2008. No feminino, a queniana Esther    Kakur chegou em primeiro lugar. A 33ª edição da prova reuniu 15 mil corredores

Os atletas africanos eram favoritos, temidos e pareciam que iam levar mais uma vez. Mas Giovani dos Santos acabou com todas as previsões e venceu a 33ª Corrida de Reis, na manhã ensolarada de Cuiabá deste domingo. De forma surpreendente, o atleta deixou todos para trás e desde o km 8 não deu mais chance para ninguém. O tempo foi de 29m47s para completar os 10 km. No feminino, queniana Esther Kakuri chegou em primeiro lugar. Desde 2008, um atleta nacional não chegava na primeira colocação no masculino. No feminino, a marca vem desde 2007.
Giovani dos Santos, Corrida de Reis (Foto: Reprodução/TVCA)jGiovani dos Santos, Corrida de Reis (Foto: Reprodução/TVCA)
A vitória dele não era esperada. Os próprios brasileiros admitem sempre o quanto é complicado bater os africanos. E como é. Se tem o forte calor, eles não ligam. Se tem a temida subida da Avenida do CPA, eles parecem que correm mais ainda. Até ali, inclusive, o tanzaniano Augustine Sulle parecia que ia levar. Mas Giovani dos Santos foi empurrado pela energia e torcida dos mato-grossenses na rua. 
- Alegria é poder retribuir esse carinho do povo, sempre acreditou em mim. Sempre na torcida. Quero agradecer toda minha equipe, minha família toda. Um beijo para os mato-grossenses, eles que nos trazem para essa linha de chegada. É muito gostoso. Foi uma disputa muito acirrada. Hoje, graças a Deus fui melhor. Minha estratégia deu certo, fiquei atrás dele, quando chegou a subida eu consegui desgarrar - disse o campeão. 

APA faz seletiva em busca de novos talentos no atletismo e paratletismo


Os testes acontecem até o dia 20, de segunda a Sexta-feira, no Sesi Petrolina

 
2016 foi um ano de bons resultados para os atletas e paratleta da Associação Petrolinense de Atletismo (APA).Alguns integrantes da instituição terminaram o ano bem posicionados no ranking nacional paralímpico. Agora, para continuar fazendo bonito nas pistas do Brasil e do mundo, a APA está em busca de outros talentos. Até o dia 20 de janeiro, a Associação está com inscrições abertas para novos integrantes. Para participar, é preciso ser maior de 14 anos. A seletiva está sendo realizada no  Sesi, de segunda a sexta-feira, entre 7 e 9h.
– Nós avaliamos a pessoa para ver em qual tipo de prova podemos encaixá-la. É como se fosse uma descoberta de talentos – explica o treinador Marciano Barros. 
Marciano Barros, Francisco Daniel, APA, Petrolina (Foto: Emerson Rocha)A APA se destacou em 2016 e está buscando novos talentos (Foto: Emerson Rocha)
Para os interessados em ingressar no quadro de paratletas da APA, esse ano a associação vem com uma novidade. 
– Esse ano estamos trabalhando também com os deficientes cadeirantes. Mandamos confeccionar cadeiras adaptadas para as provas de arremesso – conta Marciano.
O calendário de provas da APA em 2017 será extenso. Os paratletas vão participar, entre outras competições, do Circuito paralímpico (regional e nacional) e do Open Internacional. Já os atletas regulares vão competir na Maratona de São Paulo, Troféu Brasil e dos regionais. Além disso, tem o Campeonato Brasileiro de Clubes menor. Por 
Petrolina, PE

Vem, 2017! Brasil terá nove surfistas na elite; Medina e Mineirinho puxam fila


Miguel Pupo seca rivais e garante um lugar na primeira divisão do surfe; País terá um competidor a menos que em 2016 e busca voltar ao topo do Circuito Mundial (WSL)

Depois de dois anos com brasileiros no topo do mundo, em 2016 o país acabou sem o título da WSL, o Circuito Mundial da modalidade. Mas o Brasil segue entre as potências do esporte, e garantiu a presença de nove surfistas na divisão principal do ano que vem. Gabriel Medina, Adriano Souza, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira, Caio Ibelli, Wiggolly Dantas e Miguel Pupo terminaram o ano entre os 22 primeiros do ranking mundial e asseguraram um lugar na elite. Já Jadson André e Ian Gouveia conseguiram ótimos resultados no QS (espécie de segunda divisão) e, assim, conseguiram uma das dez vagas na WSL do ano que vem. 
Destaque do Brazilian Storm e na elite desde 2011, Miguel Pupo está confiante em bom resultado nas longas direitas de J-Bay (Foto: KELLY CESTARY/WSL)Pupo secou os rivais e se manteve na elite (Foto: KELLY CESTARY/WSL)

Alex Ribeiro e Alejo Muniz, que disputaram a temporada inteira da divisão principal do surfe, acabaram rebaixados para a divisão de acesso. Alex teve uma ótima quinta posição na oitava etapa, mas colecionou eliminações nas primeiras fases. Já Alejo não participou das duas primeiras etapas do ano, e isso o atrapalhou para o restante de 2016. 
Importante lembrar que dois brasileiros estão na "lista de espera" para entrar na primeira divisão do ano que vem. Bino Lopes foi o 11º e Jessé Mendes o 12º no QS. 

sábado, 28 de novembro de 2015

sábado, 17 de outubro de 2015

Prós e contras: alongamento após o treino é necessário ou dispensável?



Apesar do consenso sobre a importância desses exercícios para a melhora da flexibilidade, existem dúvidas se precisam ser feitos depois da atividade física.


O alongamento é um procedimento absolutamente necessário em qualquer tipo de programa de condicionamento físico. Os exercícios são importantes exatamente para proporcionar melhora de flexibilidade, assim como os aeróbicos melhoram resistência e os com pesos melhoram a força. 
Apesar do consenso a respeito da sua importância ainda existem dúvidas sobre a indicação ou contraindicação de se alongar depois do treino. Esta é uma situação que requer uma análise mais cuidadosa do objetivo de cada pessoa. Saiba em quais momentos é indicado se alongar:
Mulher alongamento euatleta (Foto: Getty Images)Alongamento após o treino é necessário ou dispensável? Confira abaixo os prós e contras (Foto: Getty Images)

Alongar no pós-treino é indicado para promover relaxamento
Se o objetivo de alongar após a atividade física for relaxar ou “soltar” a musculatura, podemos considerar que o procedimento pode ser indicado. Vale lembrar que neste caso o alongamento deve ser leve, de menor amplitude articular e de mais curta duração, atendendo ao objetivo de realmente contribuir para restabelecer a condição de recuperação muscular, sem causar dor ou desconforto. Pelo contrário, ele promove alívio. 


Alongar no pós-treino não é indicado para melhorar a flexibilidade
O exercício realizado imediatamente antes do alongamento provoca micro-traumas musculares. Nesta circunstância, os músculos não podem responder adequadamente ao alongamento para melhora de flexibilidade. Pelo contrário, o alongamento vigoroso pode causar um quadro de dor muscular tardia mais severo. Para melhora da flexibilidade, os músculos devem ser alongados enquanto íntegros. Ou seja, antes do treino ou preferivelmente em outro momento dissociado de um treino de resistência ou de força. 
Alongar no pós-treino ajuda a potencializar a hipertrofia
Quando o objetivo fundamental do treinamento é a hipertrofia muscular, o alongamento pós-treino pode até ser considerado um aliado. Alongar vigorosamente músculos que foram solicitados de forma localizada e intensa, como no treinamento com pesos, pode potencializar os micro-traumas que se constituem no princípio do estímulo para a reconstrução muscular e o ganho de massa. Neste caso não existe nenhuma contribuição para melhora de flexibilidade nem benefício para melhorar a recuperação, apenas para potencializar a hipertrofia. 
*As informações e opiniões emitidas neste texto são de inteira responsabilidade do autor, não correspondendo, necessariamente, ao ponto de vista do Globoesporte.com / EuAtleta.com
EuAtleta Turibio Barros Fisiologia Especialista (Foto: EuAtleta)

TURÍBIO BARROS
Mestre e Doutor em Fisiologia do Exercício pela EPM. Foi membro do American College of Sports Medicine, professor e coordenador do Curso de Especialização em Medicina Esportiva  da Unifesp e fisiologista do São Paulo FC e coordenador do Departamento de Fisiologia do E.C. Pinheiros www.drturibio.com

No AC, ativista dá camisa da Palestina a diretor da CBF e propõe amistoso

                    O diretor de assuntos internacionais da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Vicente Cândido da Silva, participou de um debate sobre o futebol brasileiro na manhã desta sexta-feira (16), no hall da Arena da Floresta, em Rio Branco, capital do Acre. Na oportunidade, o dirigente recebeu do acreano, de família libanesa, Abrahim Farhat Neto, uma camisa da Palestina e uma proposta ousada: um amistoso entre as seleções do Brasil e da Palestina no Acre.
- Eu acredito que pode ser aqui. É uma tentativa - disse o ativista de 74 anos, Comitê Acreano de Solidariedade à Causa Palestina. Ele recebeu a camisa por correio, da Embaixada da Palestina no Brasil.
Vicente, dirigente da CBF, em visita ao Acre (Foto: Nathacha Albuquerque)Vicente (à esquerda) recebe camisa da Palestina e proposta de amistoso da Seleção (Foto: Nathacha Albuquerque)
Indagado sobre a possibilidade da Arena da Floresta (com capacidade para 13.500 torcedores sentados) receber uma partida amistosa da Seleção (masculina olímpica ou feminina), Vicente Cândido da Silva, da CBF, reforçou que a ideia da entidade é levar cada vez mais o time para as regiões afastadas do país.


- Sempre terá (chance de receber seleções). Está na nossa meta a gente interiorizar esses eventos para você criar público, fazer o debate, a organização, fazer um evento da seleção brasileira com a seleção palestina, esse lado social, com outras nações que têm dificuldade. Tudo isso tem que estar no calendário do futebol.
Em dezembro de 2006, na inauguração da Arena da Floresta, diante de 20 mil pessoas, a seleção brasileira sub-20 foi derrotada por 2 a 1 pelo Rio Branco-AC em amistoso.

Revolução no futebol brasileiro
Vicente, dirigente da CBF, em visita ao Acre (Foto: Nathacha Albuquerque)Vicente, dirigente da CBF, em visita ao Acre (Foto: Nathacha Albuquerque)
A partir de 2017, o Campeonato Brasileiro será vendido pelo dobro da arrecadação atual. Hoje, segundo o dirigente, a CBF dispõe de R$ 100 milhões por ano para organizar as Séries C e D do Brasileiro - recurso que antes não estava disponível. Descentralizar os recursos e saber vender o futebol, para Vicente, são os pontos que precisam ser debatidos para a modalidade avançar no país.
- (Copa Verde) É um torneio importante, assim como a Copa do Nordeste. Hoje, o Nordeste é autossuficiente. A tendência é fazer torneios regionais e locais, como é feito na prática americana. O Brasil tem que estudar um pouco esse modelo, para ter calendário o ano inteiro, senão o time participa do estadual com oito times e o resto do ano faz o quê? Um ou outro vai para a Copa Verde e depois? Temos que fazer uma revolução no modelo de organização do esporte brasileiro. Temos que aprender a vender melhor o nosso futebol - declarou o dirigente.           Por Rio Branco, AC