sexta-feira, 18 de julho de 2014

Ex-árbitro Armando Marques morre no Rio aos 84 anos













Prêmio Puskas? Thiago Neves faz golaço de antes do meio de campo na Áustria







Em pré-temporada com o Al-Hilal, Thiago Neves marcou um golaço no amistoso da equipe árabe contra o Dínamo Kiev, na Áustria. O brasileiro cobrou falta do campo de defesa, por cima do goleiro, e fechou a vitória de 3 a 0 do seu time com um lance incrível. Será mais um concorrente para Gessé e Neto Baiano por uma vaga na eleição de gol mais bonito do ano, o Prêmio Puskas, da Fifa?

- É muito bom começar a pré-temporada com um golaço e, melhor ainda, vencendo e convencendo. O Dínamo é um grande time e, se vencemos por 3 a 0, não foi à toa. Eu sempre fiz meu trabalho com pé no chão, dando o meu melhor dentro do campo e me cuidando fora dele. Claro que todo jogador quer uma oportunidade de representar seu país no futebol, mas procuro me manter focado no bom rendimento aqui no Al Hilal para, quem sabe, ter um lugar nos projetos do próximo treinador da seleção brasileira - afirmou Thiago.



Assista ao gol abaixo:






Fonte:Globo Esporte

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Campeonato Baiano Intermunicipal de Futebol Amador







Campeonato Baiano Intermunicipal de Futebol é uma competição realizada na Bahia que com equipes de diversos municípios do estado. Disputada desde 1946, é uma das maiores competiçõesamadoras de futebol do mundo[carece de fontes] e é organizada pela Federação Bahiana de Futebol. No período de 1948 a 1956 e no ano de 1974 o campeonato não foi disputado.
O maior campeão da história do campeonato é o Itabuna, com oito títulos, os quais foram conquistados em sequência, de 1958 a 1965. Enquanto Feira de Santana, a segunda maior cidade do estado, tem o status de tricampeã do torneio, em contrapartida, a capital e maior cidade baiana Salvador não possui seleção para participar do campeonato.
Marcada por fortes rivalidades entre determinadas cidades, a competição ocasionalmente revela bonsjogadores, a exemplo de Edílson "Capetinha" e LiédsonCharles Fabian e Bobô.

As Seleções inscritas no Intermunicipal 2012 serão dividias em grupos regionalizados de quatro equipes, que jogarão entre si, no sistema de ida e volta (mata-mata), classificando-se para a segunda fase as duas melhores colocadas.

Na 2ª fase, o mesmo sistema de disputa será utilizado. Da 3ª à 6ª fase, serão sempre grupos de duas Seleções cada, classificando-se apenas as primeiras colocadas para as fases seguintes até a fase final.
 http://www.fbfweb.org/ckfinder/userfiles/images/13%281%29.jpg
Em 2011, São Francisco do Conde conquistou seu primeiro título (foto) na história do campeonato. A Seleção do Recôncavo baiano derrotou Santaluz na grande decisão.

A líder do ranking de títulos é Itabuna, com oito conquistas, seguido de Cachoeira, com sete, e Ilhéus, Santo Amaro e Conceição do Coité, com quatro cada.

Entre os atletas revelados pelo Campeonato Intermunicipal em sua história, estão grandes nomes do futebol brasileiro e mundial como Edílson Capetinha, Bobô, Liédson, Charles, Neto Berola, Uelliton, Aldair entre outros.


Tabela dos Campeões:
AnoCampeãoVice-campeão
1946Ilhéus
1947Santo Amaro
1948-1956Não disputado
1957Santo Amaro
1958Itabuna
1959Itabuna
1960Itabuna
1961Itabuna
1962Itabuna
1963Itabuna
1964Itabuna
1965Itabuna
1966Ilhéus
1967CachoeiraJequié
1968CachoeiraMiguel Calmon
1969JequiéCachoeira
1970CachoeiraSão Félix
1971CachoeiraFeira de Santana
1972IpiaúCachoeira
1973Feira de Santana
1974Não disputado
1975CachoeiraIbicaraí
1976Feira de SantanaLauro de Freitas
1977IpiaúSão Félix
1978Feira de SantanaIpiaú
1979Vitória da ConquistaSerrinha
1980IlhéusSenhor do Bonfim
1981IbicaraíSão Sebastião do Passé
1982SerrinhaIlhéus
1983JequiéFeira de Santana
1984Vitória da ConquistaSenhor do Bonfim
1985Paulo AfonsoSão Félix
1986IlhéusPaulo Afonso
1987ItajuípeSanto Amaro
1988SerrinhaItajuípe
1989São Sebastião do PasséBuerarema
1990MaracásPaulo Afonso
1991Santo AmaroItajuípe
1992Santo AmaroItajuípe
1993CachoeiraSanto Amaro
1994AlagoinhasCoaraci
1995ItapetingaTucano
1996ItapetingaMuritiba
1997Vera CruzSerrinha
1998IpiaúConceição do Coité
1999CachoeiraValença
2000Madre de DeusUruçuca
2001CoaraciSanto Amaro
2002ItamarajuEuclides da Cunha
2003São FélixEuclides da Cunha
2004ItamarajuCachoeira
2005Conceição do CoitéPojuca
2006Conceição do CoitéPojuca
2007Conceição do CoitéPorto Seguro
2008Conceição do CoitéCachoeira
2009SerrinhaSão Francisco do Conde
2010Porto SeguroConceição do Coité
2011São Francisco do CondeSantaluz
2012São Francisco do CondeCoaraci


Títulos por Município


Divulgação Nacional
Capaz de mobilizar multidões nas cidades do Interior, o Campeonato Intermunicipal de Futebol Amador da Bahia segue com grande prestigio entre os amantes do esporte no Estado. Até aí, nenhuma novidade.

Porém, surpresa para alguns, reconhecimento para outros, o sucesso da maior competição de futebol amador do Nordeste chegou aos quatro cantos do país. Como consagração, o Intermunicipal ganhou as páginas de uma das maiores revistas do seguimento esportivo no Brasil, a Placar, da editora Abril.

A edição do mês de julho da publicação dedicou uma página para descrever a dimensão. A reportagem, assinada pelo jornalista Raphael Zarko, destaca a importância do campeonato para o Estado e traz dados importantes, como os cerca de dez mil empregos gerados entre julho e dezembro, meses nos quais são disputados os jogos.

Além disso, a revista aborda o êxito entre jogadores profissionais, que muitas vezes fazem reversão de categoria para se tornarem amadores e chegam a receber salários superiores a R$ 5 mil nas Seleções municipais participantes. Como exemplo, Placar cita o jovem Thiago Rodrigo de Santana Santos, de 23 anos.

Paulista, o atleta jogava o Campeonato Profissional de Sergipe há dois anos e optou por atuar no Intermunicipal, onde recebe R$ 1 mil na Seleção de Crisópolis, aproximadamente R$ 200 a mais do que recebia. "Eu estava jogando o Sergipano da primeira divisão havia dois anos. Mas aqui eu ainda posso trabalhar com telemarketing", disse à publicação.

A valorização dos atletas se espalhou de boca em boca e atraiu diversos jogadores para a Bahia. É o que comprova o presidente da Liga Desportiva de São Francisco do Conde, atual campeão do Intermunicipal.

"Sete atletas são daqui (Bahia) mesmo. Os mais de 20 restantes são de fora e moram no nosso alojamento", afirmou Raimundo Andrade à reportagem.http://www.fbfweb.org/ckfinder/userfiles/images/placar%20intermunicipal%202.JPG


Por fim, o jornalista destacou outro grande trunfo do campeonato organizado pela Federação Bahiana de Futebol (FBF). A competição também se tornou um celeiro de craques para o futebol mundial.

Entre os grandes nomes da bola que saíram do Intermunicipal da Bahia, Placar cita Raimundo Nonato, o Bobô, campeão brasileiro pelo Bahia e que iniciou a carreira na Seleção de Senhor do Bonfim entre 1983 e 1984; Edílson, penta campeão mundial com Seleção Brasileira e revelado pelo selecionado de Castro Alves, em 1988 e 1999; Júnior Nagata, também penta pelo Brasil e que começou na Seleção de Santo Antônio de Jesus, em 1993; Júnior Baiano, ex-zagueiro da Seleção e grandes clubes como Flamengo e São Paulo, revelado em 1987 pela Seleção de Poções; Liédson, campeão da Libertadores da América 2012 pelo Corinthians e ex-atacante da Seleção de Portugal, que iniciou na Seleção de Valença; e Neto Berola, que deus seus primeiros passos no futebol pela Seleção de Buerarema, em 2008, e hoje se encontra no elenco do Atlético (MG) ao lado de craques como Ronaldinho Gaúcho.

Para o presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues, a reportagem contribuirá para o constante crescimento do campeonato. "É uma competição que está fazendo 55 anos neste ano e já tem o reconhecimento da maioria dos grandes clubes do futebol brasileiro e da imprensa esportiva baiana. Agora, com o reconhecimento dessa grande revista, torna-se uma motivação maior para os atletas num momento importante em que a Federação vem investindo na competição, inclusive com a reformulação da faixa etária", destacou.

O dirigente ainda revelou que o reconhecimento do evento esportivo baiano não parou por aí. "A Placar ainda vai publicar outras matérias, pois com a grandiosidade do Intermunicipal, não deu para abordar todos os assuntos só nesta edição", concluiu.

No próximo dia 21 de julho, a entidade realizará o Congresso do Campeonato Intermunicipal 2012, com a presença de todas as Ligas Desportivas participantes, em um local ainda indefinido. A abertura da competição será no dia 22 de julho e a grande final em 16 de dezembro. 

Fotos: Reprodução/Placar

quarta-feira, 16 de julho de 2014

domingo, 13 de julho de 2014

Ex-capitão Cafu é expulso do vestiário da Seleção por José Maria Marin








Capitão do penta entrou no vestiário para apoiar atletas após goleada (Divulgação/Fifa)
Único jogador da disputar três finais de Copa do Mundo na história da competição, Cafu foi barrado no vestiário da Seleção Brasileira após a derrota por 7 a 1 para a Alemanha, nesta terça-feira. De acordo com ex-lateral, o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), José Maria Marin, foi quem pediu para que saísse do local, onde estava para dar apoio aos jogadores.

"O presidente José Maria Marin disse que não queria nenhuma pessoa estranha no vestiário. Eu coloquei que não sou uma pessoa estranha, só estou aqui para dar um abraço nos meninos e dar um carinho e um conforto para eles, não quero falar mais nada. Só vim aqui porque nesse momento os meninos precisam de apoio e foi isso que eu fui fazer no vestiário", garantiu Cafu, em entrevista à Rádio ESPN, após deixar o vestiário.

De acordo com o jogador, que levantou a taça do pentacampeonato, Marin foi quem tomou a decisão de tirá-lo de lá. "Fiquei surpreso quando fui praticamente expulso do vestiário porque o Marin disse que não queria ninguém estranho lá. Eu, humildemente, me retirei do vestiário" contou.

Com experiência de quatro Copas do Mundo, Cafu diz que acreditava saber como lidar com os jogadores após a derrota desta terça. "Senti na pele em 1998 o que é uma derrota em Copa do Mundo. Eu sabia que os meninos precisavam naquele momento de um conforte e um carinho. Não fui lá para me promover porque não preciso disso. Fui para dar um abraço no Felipão e no Parreira, como eu fiz", explicou.

De acordo com Cafu, ele pediu autorização a Felipão para entrar no vestiário e o treinador deu autorização. Marin, que chegou ao cargo após a renúncia de Ricardo Teixeira, não falou com jornalistas após a partida desta terça.
Fonte:http://www.itatiaia.com.br/

Seleção recebe R$ 44 milhões por quarto lugar, e grupo vai dividir 25%






CBF vai distribuir premiação entre os 23 jogadores e a comissão técnica do Brasil



Felipão Scolari jogo Brasil x Holanda (Foto: Getty Images)Felipão ainda tem o futuro incerto no comando da seleção brasileira (Foto: Getty Images)
Por conta do quarto lugar da seleção brasileira na Copa do Mundo, a CBF vai receber da Fifa US$ 20 milhões (cerca de R$ 44 milhões) em premiação. E como foi acertado antes do início do torneio, logo na primeira reunião entre os atletas com a entidade, ainda na Granja Comary, em Teresópolis, o valor que será dividido entre os 23 jogadores e os membros da comissão técnica equivale a 25% do montante - R$ 11 milhões.
Caso a equipe ficasse com o título, a CBF receberia da Fifa cerca de US$ 35 milhões (quase R$ 80 milhões). E o valor rateado entre os atletas seria de 50% da premiação total. Caso tivesse derrotado a Holanda, o Brasil receberia cerca de R$ 50 milhões. Porém, na decisão do terceiro lugar, no último sábado, a equipe de Luiz Felipe Scolari foi derrotada pela Laranja por 3 a 0, no Mané Garrincha, em Brasília. 
O presidente da CBF, José Maria Marin, ainda não definiu o futuro da seleção brasileira. Nos próximos dias, a entidade deve se manifestar sobre a continuidade ou não do técnico Luiz Felipe Scolari no comando da equipe. Após a derrota por 7 a 1 do Brasil para a Alemanha, o dirigente preferiu aguardar a disputa do terceiro lugar, no último sábado.
Por Rio de Janeiro

INCRIVEL GOLAÇO - Mario Gotze - Alemanha 1 x 0 Argentina Copa Do Mundo 1...










Parabéns aos alemães pelo futebol que apresentaram nessa Copa do Brasil,seria injusto se a taça não ficasse com os alemães.A simpatia e carisma mostra um povo que amadureceu como um país democrático e que está abrindo as portas para a diversidade cultural e a mistura racial.Agradeço aos alemães por nos livrar das gozações dos hermanos argentinos.

sábado, 12 de julho de 2014

Gols, Brasil 1 x 7 Alemanha - Copa do Mundo 08/07/2014

Brasil 0 X 3 Holanda, Gols, Copa 2014






Árbitro Da Partida Entre Brasil e Alemanha Na Semifinal Da Copa Do Mundo 2014 é Pastor De Uma Igreja No México

Árbitro Da Partida Entre Brasil e Alemanha Na Semifinal Da Copa Do Mundo 2014 é Pastor De Uma Igreja No México



O árbitro que apitou a partida entre Brasil e Alemanha pela semifinal da Copa do Mundo é pastor de uma igreja no México, e sua atividade fora dos gramados ganhou destaque após a escalação para o jogo.





         Marco Antonio Rodriguez é conhecido por ser um árbitro rígido, que não economiza cartões amarelos e vermelhos, mas em seu país, também é conhecido por ser líder de uma igreja na cidade de Milpa Alta, na região metropolitana da Cidade do México, e por recusar um apelido que classifica como “demoníaco”.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

O ‘Maracanazo’ foi uma brincadeira








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Os alemães festejam um gol diante de David Luiz e Maicon. / FERNANDO BIZERRA JR. (EFE



O futebol nunca será o mesmo depois de uma noite em Belo Horizontena qual aconteceu o maior cataclismo desde que a bola rola, há mais de um século. Jamais houve nada igual, nem parecido. O Maracanazofoi uma brincadeira ao lado do 1-7 sofrido pelo Brasil diante de uma Alemanha que o fez morrer de uma overdose de realidade, que o deixou maculado pelo resto da vida pelo seu empenho em dar as costas a uma bola que sempre foi o maior motivo de orgulho de sua gente. O Brasil quis ser o que nunca foi e acabou por deixar todo um país em estado de choque, petrificado, com o coração sem bater.
O vivido pelo Brasil 64 anos depois do Maracanazo foi ainda mais mortificante. Um trauma para o resto da vida de tal magnitude que aquela afronta do Uruguai já não terá relevância alguma. Comparado à barafunda alemã em Belo Horizonte, resultará em um tropeço qualquer, uma molecagem, por muita liturgia que tivesse. O que aconteceu em Belo Horizonte será difícil de explicar, exigirá roteiristas de primeira e um pelotão de psicólogos, psiquiatras, sociólogos e quantos quiserem se somar a uma cátedra que promete. O ultraje da Alemanha estremeceu todo o Brasil, que esta vez tem muitos Barbosas a condenar por um cataclismo histórico, com Luiz Felipe Scolari e muitos de seus dirigentes à frente. Vai ter de ganhar muito para que em algum século futuro a torcida encontre consolo. A seleção Canarinho não perdeu uma semifinal, padeceu um calvário descomunal, uma hecatombe absoluta. Perder é outra coisa.

Faz tempo que o Brasil é infiel à bola e a Alemanha, seu novo mecenas, o fez pagar com uma sanha desconhecida na história das Copas. Uma partida perene, daquelas primordiais, e das que deixam sequelas de proporções inimagináveis. Se alguém encontra alívio no Brasil, talvez o futebol brasileiro recupere suas origens e espante de uma vez os que fumigaram sua essência para colocar-lhe uma armadura que não lhe cabia e que em nada garantia o êxito. Um desbotamento absoluto e incompreensível em uma seleção que foi mais do que qualquer outra uma ode à alegria deste jogo. O Brasil de hoje não é uma equipe com fantasia, mas uma brigada de centuriões com mais propaganda que atributos. Scolari teimou em repetir o que fez em 2002, esquecendo que Ronaldo, Ronaldinho e Rivaldo não eram precisamente uns pernas de pau. O modelo era inimitável com Fred, Jô, Hulk e uns tantos luizgustavos,jogadores coadjuvantes em uma Liga sem muito pedigree. Futebol ninguém quis jogar, apenas Neymar.
Se fosse sobre um ringue, o duelo teria sido qualificado de massacre. A combustão do Brasil —o hino como um haka maori— e todo tipo de gestos inflamados, durou o que demorou Müller para nocautear a defesa doméstica no primeiro escanteio a favor dos visitantes. Müller, que já soma cinco tentos, arrematou na entrada da pequena área, como se estivesse entre coroinhas. Ninguém lhe fez ao menos cócegas. O gol foi uma sacudida para o Brasil, mas quando Klose marcou o segundo, toda a equipe desmoronou de forma calamitosa. Dois minutos depois chegou o terceiro, de Kroos. Se seu tiro foi prodigioso, a jogada, com seis toques de violino sucessivos, foi digna de museu. A equipe de Löw era uma sinfonia.


Müller e Özil comemoram um gol em frente a Julio César. /BALLESTEROS (EFE)
Em 20 minutos, a Alemanha executou um escárnio brutal. Kroos parecia Gerson, Khedira, imenso, era Pelé ou quem ele quisesse, e Müller era um clone de Garrincha. Os alemães tratavam a bola de forma vertiginosa, com sulcos contínuos na área de Julio César. Não havia brasileiro capaz de detectar um alemão. O conjunto germânico ganhava todas as batalhas: a técnica, a tática, a física e a anímica. O Brasil era um boneco de pano. A afronta seria maior ainda, sem remédio para um grupo de jogadores de tanga, com sua gente chorando nas arquibancadas. Não era para menos, o que acontecia no campo era cruel, só possível de acreditar se fosse com seleções como El Salvador ou a Coreia do Norte, para citar alguns dos que levaram surras mais o menos similares. Para desgraça dos brasileiros, não era ficção. Aquilo parecia a partida entre Espanha e Holanda, com uma equipe solta e a outra aturdida em um canto qualquer.
Os gols alemães aconteciam em sucessão. Kroos fez dois seguidos e à festa se juntou Khedira com todo o merecimento, um colosso, com uma agilidade técnica que não se via nele. A Alemanha estava enfeitiçada. Houve tempo para Klose, que com 36 anos destronou o último rei brasileiro. Com seus 16 gols, superou Ronaldo como o melhor goleador das Copas. A história caiu em cima do Brasil: a continuação de Ronaldo é Fred.

O abuso alemão obrigava a esfregar os olhos, cinco gols nos 10 primeiros arremates. Para o Brasil, o pior pesadelo imaginável teria sido muito mais suportável. Ainda faltava o suplício do segundo tempo e ainda deve jogar pelo terceiro ou quarto lugar. Se não se tratasse de futebol, seria um caso de sadismo. Enquanto o Brasil é uma tormenta de lágrimas, a Alemanha e o mundo inteiro ainda se beliscam. Nada será igual. No futebol não há rastro de um impacto semelhante. Não há forma de medir semelhante terremoto.
Fonte:http://brasil.elpais.com/

Vídeo mostra que primeiro pênalti da Holanda pode ter entrado





Vídeo mostra que primeiro pênalti da Holanda pode ter entrado

Assista o vídeo clicando no tema acima.

Neymar está na Granja

 



domingo, 6 de julho de 2014

Documental: A Classificação | El Mundial recibe a Costa Rica

Destino Brasil ESPN - Costa Rica no pasa la fase de grupos

DE FALTA - Gol De David Luiz - Brasil 2 x 1 Colombia - Copa Do Mundo 04...

Brasil 2x1 Colombia - Neymar vs James Rodriguez Copa do Mundo 2014: Bras...

Brasil 2 x 1 Colômbia - Muito Emocionante - Hino Nacional da Seleção Bra...

Pintadas - Categorias do 9 de Maio Disputam Copa Sul - Americana em São Paulo

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